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Voltar SUMé / CIDADES Em 23/03/2026

A queda da patente da semaglutida favoreceu ao mesmo tempo as farmacêuticas e a grande população

A patente da semaglutida, substância usada em medicamentos como o Ozempic e o Wegovy, chegou ao fim nesta sexta-feira (20). Com isso, a farmacêutica Novo Nordisk perde a exclusividade na produção e venda do remédio. A partir de agora, outras empresas podem fabricar as chamadas canetas emagrecedoras, o que tende a deixar o tratamento mais acessível. Na prática, isso significa mais opções nas farmácias. Quando mais empresas entram no mercado, os preços costumam cair aos poucos, já que há mais concorrência. Esse movimento pode ajudar pessoas que usam a semaglutida no tratamento da obesidade, do diabetes tipo 2 e outras condições de saúde indicadas, sempre com orientação médica. Mais empresas podem produzir o medicamento Durante aproximadamente 20 anos, apenas a Novo Nordisk podia produzir e vender a semaglutida. Isso limitava a concorrência e ajudava a manter os preços altos. Agora, outras farmacêuticas podem desenvolver suas próprias versões. Hoje, existem 17 pedidos em análise na Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Com mais empresas interessadas, a tendência é que o medicamento fique mais disponível no país.

A queda da patente da semaglutida favoreceu ao mesmo tempo as farmacêuticas e a grande população

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A patente da semaglutida, substância usada em medicamentos como o Ozempic e o Wegovy, chegou ao fim nesta sexta-feira (20). Com isso, a farmacêutica Novo Nordisk perde a exclusividade na produção e venda do remédio. A partir de agora, outras empresas podem fabricar as chamadas canetas emagrecedoras, o que tende a deixar o tratamento mais acessível.

Na prática, isso significa mais opções nas farmácias. Quando mais empresas entram no mercado, os preços costumam cair aos poucos, já que há mais concorrência.


Esse movimento pode ajudar pessoas que usam a semaglutida no tratamento da obesidade, do diabetes tipo 2 e outras condições de saúde indicadas, sempre com orientação médica.

Mais empresas podem produzir o medicamento


Durante aproximadamente 20 anos, apenas a Novo Nordisk podia produzir e vender a semaglutida. Isso limitava a concorrência e ajudava a manter os preços altos.


Agora, outras farmacêuticas podem desenvolver suas próprias versões. Hoje, existem 17 pedidos em análise na Agência Nacional de Vigilância Sanitária.


Com mais empresas interessadas, a tendência é que o medicamento fique mais disponível no país.

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